Não estávamos mais discutindo se Romário deveria ter sido convocado ou se Telê tinha que botar ponta. Estávamos patrulhando o comportando dos jogadores. Se deveria rir ou chorar.
Dizer como alguém deve demonstrar o sentimento é de uma arrogância, que leva aos conceitos mais rasos: “Choro é sinal de desequilíbrio emocional!”. Não me lembro de ter visto o mais desequilibrado desta copa chorando antes de entrar em campo. Dentro dele, Suarez não suportou a pressão. Ou então, para a tese receita de bolo de fubá: “Um líder deve fazer assim, assim e assim!”. E eles nem imaginam quantos tipos de liderança existem.
O ser humano gosta desse tal achismo barato. Se é caro é bom. Se é carioca é malandro. Se é Galvão é chato. Se é chorão é fraco.
Uma lógica rápida e pobre. Se bem que, dependendo do jogo de hoje e da narração do Galvão, posso muito bem mudar de opinião. Neymar que está certo. Também preciso fazer análise.

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